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Abraço Brasil e associações estaduais de rádios comunitárias apresentam reivindicações ao Consórcio Nordeste

terça-feira, 11 de fevereiro de 2020 / Sem Comentarios
Nos dias 7 e 8 de fevereiro de 2020 foi realizado em Salvador (BA) o II Encontro das Abraço(s) da Região Nordeste, com a participação de dirigentes das associações dos estados do Maranhão, Piauí, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia.

Durante o evento foi aprovada a “Carta de Salvador”, documento que sistematiza as reivindicações da Associação Brasileira de Rádios Comunitárias (Abraço) e das suas filiadas regionais para os governadores do Consórcio Nordeste.

O Consórcio Nordeste é uma parceria criada em agosto de 2019 entre os gestores da região para tratar de parcerias no comércio de bens e serviços e otimizar as ações de saúde, educação e segurança pública, entre outras proposições, como amenizar a guerra fiscal.

Formado por governadores do campo democrático-popular, o Consórcio Nordeste visa facilitar o desenvolvimento e execução de políticas públicas mediante parcerias e ações conjuntas envolvendo as administrações na região.

Sintonizadas nessa perspectiva, a Abraço Brasil e suas filiadas nordestinas sistematizaram um conjunto de propostas para apresentar aos governadores.

Nas principais reivindicações, a Carta de Salvador solicita que os gestores abram diálogo com as entidades representativas das rádios comunitárias regionais e nacional visando à formulação e execução de ações conjuntas de comunicação, inclusive com a retransmissão do radiojornal “Giro Nordeste”.

As associações de rádios comunitárias solicitam ainda que os governadores mobilizem as suas bancadas em nível federal (deputados e senadores) para votar a favor dos projetos de lei sobre rádios comunitárias que tramitam no Congresso Nacional com o propósito de aumentar a potência e o número de canais para as emissoras; permitir a  veiculação de propaganda e publicidade do comércio; garantir isenção da cobrança de direitos autorais pelo Ecad (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição); e assegurar o acesso às verbas publicitárias públicas pelas rádios comunitárias.

A Carta de Salvador também reivindica dos governadores a aprovação de projetos nas

Assembleias Legislativas com o objetivo de financiar, apoiar e estimular o funcionamento das rádios comunitárias, criando legislação estadual específica de fomento à comunicação comunitária, popular, alternativa e independente.

Outra reivindicação apresentada no documento pede que os gestores do Consórcio Nordeste invistam na capacitação dos radialistas comunitários, proporcionando cursos de formação para os radialistas nas Escolas de Governo e nas secretarias de Comunicação, Cultura e Educação.

A Carta de Salvador requer ainda que o Consórcio Nordeste firme convênio para a veiculação do programa “Giro Nordeste” nas emissoras comunitárias na região.

O presidente da Abraço Brasil, Geremias dos Santos, afirmou que a Carta de Salvador é um chamado aos governadores da região Nordeste sobre a importância das rádios comunitárias para uma comunicação estratégica diante do avanço da onda conservadora e do pacto estabelecido entre a grande mídia e a ultradireita para liquidar a democracia no Brasil.

Na Carta de Salvador os proponentes registram uma iniciativa exitosa do governo do Rio Grande do Norte, sob a gestão de Fátima Bezerra, que investiu no fomento às rádios comunitárias e movimentos culturais, exemplo a ser seguido por todos os gestores da região, segundo a avaliação dos participantes do II Encontro das Abraço(s) da Região Nordeste.

Além de Fátima Bezerra, integram o Consórcio Nordeste os governadores Paulo Câmara (PSB-PE), Flávio Dino (PCdoB-MA), Rui Costa (PT-BA), Wellington Dias (PT-PI), Renan Filho (MDB-AL), Camilo Santana (PT-CE) e Belivaldo Chagas (PSD-SE).

Ao final do evento em Salvador foi aprovado o indicativo de realizar o III Encontro das Abraço(s) da Região Nordeste, em Recife, com a participação dos dirigentes estaduais e dos radialistas das emissoras de toda a região, no segundo semestre de 2020.


Veja abaixo a Carta de Salvador
CARTA DE SALVADOR

À governadora e aos governadores do Consórcio Nordeste

Senhora e senhores,

Nós, dirigentes das associações estaduais de rádios comunitárias da região Nordeste, filiadas à ABRAÇO Brasil (Associação Brasileira de Rádios Comunitárias), reunidos em Salvador, Bahia, nos dias 7 e 8 de fevereiro de 2020, dirigimo-nos a Vossas Excelências para expor e reivindicar o que segue:

1 Saudamos a iniciativa de criar o Consórcio Nordeste, articulação que reúne governadores e governadora do campo democrático-popular na formação de uma frente política progressista fundamental para enfrentar a onda conservadora e a ultradireita crescente em nosso país.

2 Em tempo, parabenizamos a produção e circulação do radiojornal “Giro Nordeste”, uma das formas de compartilhamento de conteúdo nas emissoras públicas para dar visibilidade midiática às gestões do Consórcio Nordeste e coesionar esse campo político com uma agenda propositiva.

3 No atual cenário político nacional, a chegada da ultradireita ao governo exige de todos nós democratas a unidade política e ação concreta para enfrentar o projeto conservador e todas as suas consequências.

4 O enfrentamento passa necessariamente pela comunicação como estratégia. Nesse contexto, só temos uma saída – a unidade e a ação programática na política e fundamentalmente na comunicação. Nessa grande tarefa, as rádios comunitárias têm potencial e força para colaborar na resistência e na construção de políticas democráticas de comunicação.

5 Como parte da comunicação pública, as rádios comunitárias irmanam-se a esta perspectiva de construção e fortalecimento do campo democrático-popular, apesar das adversidades e mesmo da falta de compreensão dos governos progressistas sobre a nossa força nas bases.

6 Em 2020 completam 22 anos da Lei de Radiodifusão Comunitária (nº 9.612), instituída em 1998, cujas consequências repercutem no cotidiano do funcionamento das rádios comunitárias em todo o Brasil.

7 Esta lei, em que pese a regulamentação do serviço de radiodifusão comunitária, tem uma série de limitações técnicas e de sustentabilidade para as rádios comunitárias, sendo objeto de questionamentos e contestação da ABRAÇO Brasil, com o objetivo de aperfeiçoar as condições de funcionamento das emissoras.

8 Atualmente tramitam no Congresso Nacional vários projetos de lei com o objetivo de modificar a Lei 9.612/98, com foco nos seguintes eixos: aumento da potência das rádios comunitárias, ampliação do número de canais, permissão para a veiculação de propaganda e publicidade do comércio, acesso à verba publicitária pública e isenção da cobrança de direitos autorais por parte do Ecad (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição).

9 Já temos como referência concreta de apoio às rádios comunitárias a iniciativa do Governo do Rio Grande do Norte, liderado pela professora Fátima Bezerra, através da Fundação José Augusto, que criou uma linha de fomento às rádios comunitárias e movimentos culturais.

10 O exemplo do Rio Grande do Norte vai ao encontro da aspiração do movimento de rádios comunitárias como uma ação concreta de parceria e fortalecimento do campo democrático-popular na comunicação e desejamos que sirva de inspiração a todos os governadores do Nordeste, seja através de projetos de lei ou de editais, bem como outras iniciativas similares.

11 O Consórcio Nordeste, como já mencionamos, é uma iniciativa da qual nós, ABRAÇO Brasil e ABRAÇOs do Nordeste, comungamos e queremos ser participantes. Nesse sentido, apresentamos as seguintes reivindicações:

– Que os governadores do Nordeste abram diálogo com as ABRAÇOs da região e ABRAÇO Brasil para a formulação e execução de ações conjuntas de comunicação, inclusive a retransmissão do radiojornal “Giro Nordeste”;

– Que os governadores do Consórcio Nordeste mobilizem as suas bancadas em nível federal para votar favoravelmente aos projetos de lei sobre rádios comunitárias que tramitam na Câmara e no Senado, quais sejam:

Projeto de Lei sobre aumento da potência e ampliação do número de canais;

Projeto de Lei sobre a permissão para a veiculação de propaganda e publicidade do comércio local;

Projeto de Lei sobre a isenção da cobrança do ECAD;

Projeto de Lei sobre o acesso às verbas publicitárias públicas pelas rádios comunitárias;

– Que os governadores do Consórcio Nordeste articulem junto às Assembleias Legislativas a apresentação de projetos de lei com o objetivo de financiar, apoiar e estimular o funcionamento das rádios comunitárias, criando legislação estadual específica de fomento à comunicação comunitária, popular, alternativa e independente;

– Que os governadores do Consórcio Nordeste invistam concretamente na capacitação para a comunicação pública não estatal, dialogando com as ABRAÇOs da região e ABRAÇO Brasil sobre a implantação de cursos de formação para os radialistas de emissoras comunitárias nas Escolas de Governo e nas secretarias de Comunicação, Cultura e Educação;

– Que os governadores do Consórcio Nordeste, em sintonia com a ABRAÇO Brasil e as ABRAÇOs no Nordeste, firmem convênio para a veiculação do programa “Giro Nordeste” nas emissoras comunitárias na região;

– Que na próxima reunião oficial do Consórcio Nordeste a ABRAÇO Brasil e as ABRAÇOs do Nordeste tenham assento para apresentar publicamente esta Carta de Salvador.

12 Quanto aos projetos referentes às Assembleias Legislativas, frisamos que já existem iniciativas nesse sentido aprovadas no município de São Paulo e no Distrito Federal e em tramitação da Comissão de Constituição e Justiça no parlamento da Bahia, sendo fundamental que esse estado, cujo governador é presidente do Consórcio Nordeste, sirva de exemplo aos demais estados parceiros;

13 Consideramos os projetos de lei estaduais de fomento e financiamento das rádios comunitárias ações concretas para fortalecer o campo democrático-popular no eixo da comunicação. Com essas proposições, nos colocamos à disposição para um diálogo propositivo e de resultados concretos em prol da resistência democrática no Brasil.

Salvador, Bahia, 8 de fevereiro de 2020
ABRAÇO Brasil
ABRAÇO Maranhão
ABRAÇO Piauí
ABRAÇO Rio Grande do Norte
ABRAÇO Paraíba
ABRAÇO Pernambuco
ABRAÇO Alagoas
ABRAÇO Sergipe
ABRAÇO Bahia

Rádio ainda tem presença expressiva na vida do brasileiro

terça-feira, 28 de janeiro de 2020 / Sem Comentarios
O rádio é o meio de comunicação mais presente na vida do brasileiro.
Web Rádio SÃO PAULO, São Paulo do Potengi, RN

De acordo com o Atlas da Notícia, a migração para o meio digital, o aumento dos chamados desertos de notícias, municípios sem a presença registrada de veículos jornalísticos, e o fechamento de veículos impressos são considerados fatores que contribuíram para o quadro.

O dado está no 3° Atlas de Notícia, levantamento realizado pelo PROJOR em parceria com a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), Intercom e 22 escolas de jornalismo. Foram mapeados 13.732 veículos em todas as regiões do país apontando que o segmento mais expressivo é o rádio, que corresponde a 35,5% do total.

Fonte: Abert

Rádios comunitárias poderão ter financiamento do BNDES

sexta-feira, 24 de janeiro de 2020 / Sem Comentarios
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) pode analisar em fevereiro, na retomada dos trabalhos, o relatório do senador Arolde de Oliveira (PSD-RJ) sobre Substitutivo da Câmara dos Deputados (SCD 3/2017) que trata da possibilidade de rádios educativas ou comunitárias conseguirem financiamento por meio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Relator, Arolde de Oliveira concorda com inclusão das rádios educativas na proposta
Pelo texto do projeto, o dinheiro concedido pelo BNDES a essas rádios deverá ser usado na compra de equipamentos e na modernização das instalações e sistemas radiantes. A verba ainda poderá ser aplicada na criação e produção de programas culturais educativos para serem veiculados nas emissoras, desde que esses programas tratem de manifestações que reflitam a cultura local.

O projeto ainda abre a possibilidade de que as verbas oriundas do BNDES financiem bolsas para formação e aperfeiçoamento dos profissionais que atuam nessas rádios e para a prestação de consultoria técnica especializada. Por fim, as linhas de financiamento também poderão servir para projetos de divulgação das emissoras e suas programações e no apoio à atuação de conselhos comunitários.

O substitutivo da Câmara a projeto apresentado pelo ex-senador Marcelo Crivella prevê ainda que as linhas de financiamento do BNDES às rádios educativas ou comunitárias poderão durar até dez anos, com prazo de carência de dois anos. Caberá ao Conselho Monetário Nacional (CMN) estabelecer os limites, condições financeiras e parâmetros técnicos dessa política, caso o projeto seja aprovado e vire lei.

O projeto original (PLS 556/2007) previa o financiamento pelo BNDES apenas para as rádios comunitárias. A Câmara acrescentou as rádios educativas, com o que o relator concordou:

"Entendemos ser adequada a inserção das rádios educativas na proposição, porquanto as mesmas razões que justificam a concessão do financiamento às rádios comunitárias também são aplicáveis às rádios educativas".

Fonte: Agência Senado

Senador Jean Paul Prates reafirma apoio em defesa das comunitárias

terça-feira, 7 de janeiro de 2020 / Sem Comentarios
Na tarde de ontem (06/01), em seu gabinete na capital do Rio Grande do Norte, o Senador Jean Paul Prates, recebeu a diretoria executiva da Abraço Potiguar (Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitárias no Rio Grande do Norte)


Na pauta, ações legislativas do parlamentar visando o fortalecimento das rádios comunitárias. Os membros da Abraço Potiguar falaram da importância de ter vozes no Congresso Nacional em defesa dos interesses das rádios comunitárias, no que veem no mandato do Senador Jean Paul, assim como foi o de Fátima Bezerra, um importante parceiro.

Os membros da Abraço Potiguar falaram da importância de ter vozes no Congresso Nacional em defesa dos interesses das rádios comunitárias, no que veem no mandato do Senador Jean Paul, assim como foi o de Fátima Bezerra, um importante parceiro.

Já o senador se colocou inteiramente a disposição para em Brasília, atuar veementemente no fortalecimento do serviço de radiodifusão comunitária, colocando seu mandato a total disposição da ABRAÇO POTIGUAR.


Durante a conversa os membros da ABRAÇO POTIGUAR também trataram de ações que o mandato do senador pode está atuando em defesa dos interesses dos municípios do RN, como por exemplo, a política de aterros sanitários.


Em um evento promovido pela ABRAÇO POTIGUAR, no final de 2018, o Senador já havia declarado apoio às rádios comunitárias em virtude da importância desse meio de comunicação "que é tão forte e marcante em cada cidade".

A música sertaneja dominou as paradas de sucesso de 2019

domingo, 29 de dezembro de 2019 / Sem Comentarios
O ano que termina confirma que o sertanejo contemporâneo é o estilo mais popular do País.

No Spotify, a canção mais tocada foi Lençol Dobrado, de João Gustavo e Murilo. Cem Mil, de Gusttavo Lima, foi a mais executada nas rádios este ano segundo a Crowley, empresa que monitora as rádios brasileiras.

Marília Mendonça confirmou que é um fenômeno com o projeto Todos os Cantos, gravado em shows feitos pela cantora em todas as capitais do Brasil.

Confira aqui as 100 mais tocadas em 2019.

  1. Gusttavo Lima - Mil
  2. Luan Santana - Quando a Bad Bater
  3. Jorge e Mateus -  Tijolão
  4. Maiara e Maraisa - Nem Tchum
  5. Zé Neto e Cristiano - Ferida Curada
  6. Marília Mendonça -  Todo Mundo Vai Sofrer
  7. Yasmin Santos ft. Marília Mendonça -  Para, Pensa e Volta
  8. Felipe Araújo - Espaçosa Demais
  9. Gustavo Mioto - Fake News
  10. Michel Teló - Casal Modão
  11. Cleber e Cauan pt. Jorge - Pedaço Meu
  12. Bruno e Marrone, Jorge e Mateus - Surto de Amor
  13. Matheus e Kauan ft. Marilia Mendonça - Vou Ter Que Superar
  14. Diego e Victo Hugo pt. Zé Neto e Cristiano - A Culpa é do Meu Grau
  15. Simone e Simaria - Aperte o Play
  16. Eduardo Costa - Coração Pirata
  17. Zé Felipe ft. Gusttavo Lima - Tiro Certo
  18. Daniel - Casava de Novo
  19. Léo Magalhães - Vou Mudar de Cidade
  20. Marcos e Belutti - Não Planeje Nada
  21. Gabriel Cava ft. Naiara Azevedo - Delicinha
  22. Fernando e Sorocaba - Cara Feio
  23. Henrique e Juliano - Cidade Vizinha
  24. Gusttavo Lima - Cem Mil
  25. Luana Prado pt. Maiara e Maraisa - Cobaia
  26. George Henrique e Rodrigo - Bagunça Minha Vida
  27. Felipe Araújo ft. Ferrugem - Atrasadinha
  28. Zé Neto e Cristiano - Estado Decadente
  29. Luan Santana pt. Mc Kekel - Vingança
  30. Gusttavo Lima - Zé da Recaída
  31. Gustavo Mioto - Solteiro Não Trai
  32. Maiara e Maraisa - Não Abro Mão
  33. Naiara Azevedo - Rapariga Digital
  34. Zé Neto e Cristiano - Notificação Preferida
  35. Matheus e Kauan - Cerveja, Sal e Limão
  36. Humberto e Ronaldo - Volta Pro Seu Nego
  37. Marcos e Belutti - Tonelada de Solidão
  38. Marília Mendonça - Bem Pior Que Eu
  39. Diego e Victor Hugo - Infarto
  40. Fernando e Sorocaba pt. Maiara e Maraisa - Zona de Risco
  41. Henrique e Juliano - Quem Pegou Pegou
  42. Humberto e Ronaldo feat. Jerry Smith - Não Fala Não Pra Mim
  43. Lucas Lucco pt. Wesley Safadão - Posto 24h
  44. Eduardo Costa - Olha Ela Aí
  45. Marília Mendonça - Ciumeira
  46. Luan Santana pt. Jorge e Mateus - Sofazinho
  47. Edy Britto e Samuel, Eduardo Costa - Então Fica Assim
  48. Bruno e Marrone - Beijo de Varanda
  49. Jorge e Mateus - Trincadinho
  50. João Gustavo e Murilo pt. Analaga - Lençol Dobrado
  51. Lucas Lucco - Ahan
  52. João Neto e Frederico - Não Tem Tu, Vai Tu Mesmo
  53. Diego e Victor Hugo ft. Marília Mendonça - Do Copo Eu Vim
  54. Thiago Brava ft. Gusttavo Lima - Dá Preferência Pra Mim
  55. Guilherme e Benuto - Flor Que Se Cheira
  56. Paula Fernandes, Luan Santana - Juntos
  57. Yasmin Santos - Sofro Onde Eu Quiser
  58. Thaeme e Thiago - Casa Pequenininha
  59. Danilo Bottrel - Foi Né
  60. Simone e Simaria pt. Ludmilla - Qualidade de Vida
  61. George Henrique e Rodrigo pt. Zé Neto e Cristiano - Compartilhando Mágoa
  62. Marília Mendonça - Sem Sal
  63. Enzo Rabelo - Tijolinho por Tijolinho
  64. Ícaro e Gilmar - Despedida
  65. João Neto e Frederico pt. Léo Santana - Meio Seu
  66. Jorge e Mateus - Propaganda
  67. Paula Fernandes - Hora Certa
  68. Enzo Rabelo - Perfeitinha
  69. Henrique e Diego - Espelho Meu
  70. Jonas Esticado part. Felipe Araujo - Saudade Boa
  71. Maiara e Maraisa - Coração Infectado
  72. Jefferson Moraes pt. Maraisa - Oi Nego
  73. Diego e Arnaldo - Regras
  74. Zé Neto e Cristiano - Largado Às Traças
  75. Yasmin Santos - Pronta pra Trair
  76. Marília Mendonça - Ausência
  77. Matheus e Kauan, part. Anitta - Ao Vivo e a Cores
  78. Gusttavo Lima - Apelido Carinhoso
  79. Marcos e Belutti part. Matheus e Kauan - Siga A Seta
  80. Simone e Simaria - Um Em Um Milhão
  81. Naiara Azevedo - Chora no Meu Colo
  82. Léo Magalhães - Oi
  83. Fernando e Sorocaba - Cada Um na Sua
  84. PH e Michel - Disk Recaída
  85. Léo Magalhães - Chamou Chamou
  86. Zé Neto e Cristiano - Mulher Maravilha
  87. Cleber e Cauan - Tbt
  88. Hugo e Guilherme pt. Henrique e Juliano - Teste da Mãozinha
  89. Paula Fernandes - Beijo Bom
  90. Jads e Jadson - Menos 10
  91. Israel e Rodolfo - Coração de Quatro
  92. Luan Santana - Mc Lençol e Dj Travesseiro
  93. Luiza e Maurílio - Licença Aí (Disco da Marília)
  94. Israel Novaes pt. Jorge - Marketing
  95. Gabi Martins - Nenén
  96. Gustavo Lima - Mundo de Ilusões
  97. Zezé Di Camargo e Luciano - Anjo do Amor
  98. Thiago Brava part. Jorge - Dona Maria
  99. Zé Felipe - Amor Todo Dia
  100. Felipe Araújo - Ainda Sou Tão Seu

Fonte: Terra e 102 Sertaneja

Rádio é o meio de comunicação mais presente no Brasil, aponta Atlas da Notícia

sábado, 28 de dezembro de 2019 / Sem Comentarios
O rádio é o meio de comunicação que se faz mais presente no Brasil. Esse dado foi obtido por meio do Atlas de Notícia, levantamento realizado pelo PROJOR em parceria com a Abraji, Intercom e 22 escolas de jornalismo com o apoio do Facebook Journalism Project, que chega em sua terceira edição, nesse mês de dezembro de 2019.
FM Liberdade, Parnamirim, RN
Os resultados apontam um fenômeno marcado pela conjunção do fechamento de veículos impressos, a migração para o meio digital e o aumento dos chamados desertos de notícias, municípios sem a presença registrada de veículos jornalísticos.

Foram mapeados 13.732 veículos em todas as regiões do país. O segmento mais expressivo é o rádio, que corresponde a 35,5% do total; em seguida, vem impresso (29%), online (25,8%) e televisão (9,8%). Essa predominância do rádio está atrelada a outro dado do Atlas: dentre os 331 veículos jornalísticos fechados nos últimos meses, 60% eram impressos.

Com essa queda, os desertos de notícias avançam no país. Cerca de 62% dos municípios brasileiros não têm a presença de nenhum veículo jornalístico, enquanto 19,2% são considerados “quase desertos”, onde existem até dois veículos. Essas regiões abrigam aproximadamente um terço da população brasileira.

“Os dados agora reunidos pelos pesquisadores do Atlas da Notícia, com apoio de 193 colaboradores voluntários de escolas de jornalismo das cinco regiões do país, são uma base consistente para que pesquisadores de todo o Brasil possam orientar novas investigações,” diz Sérgio Lüdtke, editor do Comprova. “Esses dados permitirão detectar os caminhos trilhados mais recentemente pelo jornalismo e identificar necessidades das comunidades e oportunidades futuras que se abrem para os jornalistas profissionais no Brasil.”

Fonte: Comunique-se

Grupo Kantar aponta rádios como uma das tendências de 2020

quinta-feira, 19 de dezembro de 2019 / Sem Comentarios
A Kantar publicou recentemente um estudo chamado "Previsões e Tendências de Mídia em 2020", relatório que conta com várias informações sobre a evolução da comunicação e do consumo para o próximo ano, a partir de movimentos que já são percebidos atualmente. No caso do rádio, as palavras "reinvenção", "nicho" e "digitalização" (relacionada ao on-line) são usadas para destacar o momento positivo do veículo, sendo uma das apostas para o próximo ano.

Quem destacou o rádio para 2020 foi a analisa Heather O’shea, representante da Kantar na América do Norte. Em seu artigo, a profissional destaca que o "o rádio continuará a se modernizar de uma maneira que ajude as marcas a alcançar novos públicos, reforçando sua posição como um meio de publicidade relevante e confiável".

A analisa se baseia nos dados atuais que mostram uma elevação do consumo de áudio, despertando assim um interesse ainda maior por parte dos profissionais de marketing. A possibilidade do rádio aliar sua forte atuação no dial com as novas plataformas digitais colaboram para que o veículo seja considerado uma aposta positiva para o próximo ano.

Em seu artigo, O'shea lembra do avanço de dispositivos como as smart-speakers (as caixas de som com inteligência artificial), que estão impactando diretamente no consumo de áudio nos Estados Unidos. Apesar de apenas um quarto dos adultos norte-americano dispor do positivo em 2019, "as novas gerações crescerão com áudio perfeitamente incorporado em suas vidas; eles vão expressar seus comandos, perguntas e desejos…", destaca a analista.

E o maior consumo de áudio resulta em possibilidades extras para o rádio, que está se reinventando. Heather afirma que o veículo está "aproveitando o ressurgimento mais amplo do áudio como um canal de marketing. Além dos tradicionais canais FM de alcance em massa, a digitalização do rádio está alimentando uma maior diversificação dentro da indústria, permitindo o aumento de mais estações de nicho", destacando também uma maior segmentação dos projetos de rádio.

A analista afirma ainda que essa distribuição mais ampla com o digital impacta diretamente nos públicos mais jovens, auxiliando nessa reinvenção do rádio. "A nossa análise de público-alvo na Suécia mostra como as pessoas que consomem conteúdo do rádio convencional estão passando para o online. A audiência on-line atinge 9,8% das pessoas de 12 a 79 anos na Suécia, de acordo com a pesquisa de mercado do rádio (medida pela Kantar), mas o alcance se torna muito maior quando se olha apenas para faixas etárias mais jovens", afirma em seu artigo.

Baixe aqui o relatório completo

Fonte: Loucos por rádio

Aprovado uso da carteira de radialista como prova de identidade

terça-feira, 14 de maio de 2019 / Sem Comentarios
A carteira de radialista poderá valer como prova de identidade em todo o território nacional. É o que prevê o Projeto de Lei da Câmara (PLC) 153/2017, aprovado pela Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT), nesta quarta-feira (8). O texto, de autoria do ex-deputado André Moura, será agora analisado pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ).

Aristelson Alves, Parnamirim, RN
De acordo com a proposta, o documento será emitido pelo sindicato da categoria e, na inexistência deste, por federação devidamente credenciada e registrada junto à Secretaria da Previdência e Trabalho do Ministério da Economia. Já o modelo da carteira de identidade do radialista será aprovado por federação desses profissionais e trará a inscrição “Válida em todo o território nacional”.

Para ter validade, o documento deverá seguir modelo padrão e conter dados pessoais, fotografia, número de série, entre outros elementos. O radialista não sindicalizado também poderá ter carteira, desde que seja habilitado e registrado perante o órgão regional do Ministério do Trabalho.

Ao justificar sua proposta, o autor argumenta que essa reivindicação da categoria é antiga. A intenção é aplicar a mesma medida constante da Lei 7.084, de 1982, que atribui valor de documento de identidade à carteira de jornalista profissional.

Ao apoiar a iniciativa, o senador Arolde de Oliveira (PSD-RJ) ponderou que a internet leva a informação sem intermediários, o que impacta os meios de comunicação tradicionais. No entanto, em sua avaliação, o rádio se ajusta constantemente às novas tecnologias.

“O rádio se adapta a estas novas técnicas de comunicação horizontal porque a rádio é extremamente interativa. Então, esse projeto, que prevê uma identificação funcional para o radialista, é oportuno.

O texto aprovado na CCT foi o parecer da Comissão de Assuntos Sociais (CAS) com uma emenda de redação, que apenas adaptou a proposição à nova denominação do Ministério do Trabalho que foi extinto e teve atribuições distribuídas a outras pastas.

Fonte: Agência Senado
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